segunda-feira, 27 de maio de 2013

A educação escolar pública e democrática no contexto atual: Um desafio fundamental

Questões propostas para serem respondidas e apresentadas em plenária: GV. GO.
1. O que se entende por cultura tecnológica?
2. A propagação dos multimeios didáticos na escola, parte de uma política educacional, que voltada para a escola, aponta Libâneo (2011, p.109) “[...] constitui, todavia, apenas uma ponta do iceberg que arevolução tecnológica representa para o campo educacional.” Como você compreende ser a escola apenas um dos elementos do processo tecnológico do mundo globalizado?
3. No novo processo de produção, em que estão presentes s tecnologias,não há lugar para o trabalhador desqualificado, ocasionando assim uma exclusão. Apresente suas consideraçãoes a partir do que Libâneo coloca como “qualificado e desqualificado” no âmbito das novas tecnologias.
4. Quais os desafios essenciais da educação brasileira na ótica economicista e mercadológica presente na atual reestruturação produtiva do capitalismo?
5. A Pedagogia da concorrência, da eficiênciae dos resultados, tem segundo o autor levado efeito mediante a vários fatores. Cites os principais.
6. A cerca das politicas educacionais implementadasnos governos Collor e Fernando Henrique, alavancaram o desenvolvimento educacional na área tecnológica. Como você analisa os impactos da revolução tecnológicas no campo da educação?
2. Objetivos para uma educação pública de qualidade diante dos desafios da sociedade contemporânea

1. Quais objetivos educacionais devem ser estabelecidos para uma educação de qualidade?
2. Que diretrizes e pressupostos fundamentais devem guiar a prática educativa, a fim de construir uma sociedade democrática e igualitária?
3. Que cidadão se quer formar?
4. Que preparação os alunos precisam ter a própria vida produtiva em sociedade técnico-informacional?


Referência: LIBÂNEO, J. C., OLIVEIRA, J. F., TOSCHI, M. S. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. -10.ed.- São Paulo: Cortez, 2011. – (Coleção Docência em Formação / Coordenação Antônio Joaquim Severino e Selma Garrido Pimenta).

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

ATENÇÃO PROFESSOR DA REDE PÚBLICA DE ENSINO GRAJAÚ - MA

O calendário do PARFOR PRESENCIAL 2013 já está disponivel. Fique atento aos prazos de pré-inscrição, validação, seleção e matrícula.
No âmbito do Plano Nacional de Formação de Professores - PARFOR são ofertados cursos de graduação nas modalidades presencial e a distância.

O calendário para 2013 já está disponível. Fique atento aos seguinte prazos:


• Período de 05/02/2013 a 10/02/2013- Publicação do Quadro de Oferta de Cursos e Vagas 2013.
• Período de pré-inscrição na Plataforma Freire - 11/02/2013 a 18/03/2013;
• Período de validação das inscrições pelas Secretarias de Educação estaduais e municipais - 19/03/2013 a 15/04/2013;
• Período de seleção dos alunos pelas IES - 17/04/2013 a 17/05/2013;
• Período de matrícula - 20/05/2013 a 21/06/2013.
As Pré- inscrições são feitas exclusivamente pelo site: http://freire.mec.gov.br
1) Na modalidade presencial são ofertados os seguintes tipos de cursos:
Tipo de turma Quem pode participar? Requisitos
Licenciatura Docentes da rede pública da educação básica que não tenham formação superior ou que mesmo tendo essa formação se disponham a realizar o curso de licenciatura na área em que atua em sala de aula • Estar cadastrado na função docente no Educacenso;
• Ter concluído o ensino médio;
• Realizar pré-inscrição no curso de formação correspondente à disciplina ou área de atuação em sala de aula;
• para o curso de pedagogia, comprovar estar no exercício da docência na educação infantil ou nas séries iniciais do ensino fundamental Realizar pré-inscrição em curso;
• Ter a pré-inscrição validada pela secretaria de educação ou órgão equivalente a qual está vinculado.
Segunda Licenciatura Docentes da rede pública da educação básica e que atuem em área distinta da sua formação inicial • Estar cadastrado na função docente no Educacenso;
• Comprovar 3 anos de exercício no magistério da educação básica;
• Possuir grau superior em licenciatura;
• Realizar pré-inscrição no curso de formação correspondente à disciplina ou área de atuação em sala de aula;
• Para o curso de pedagogia, comprovar estar no exercício da docência na educação infantil ou nas séries iniciais do ensino fundamental Realizar pré-inscrição em curso;
• Ter a pré-inscrição validada pela secretaria de educação ou órgão equivalente a qual está vinculado
Formação Pedagógica Docentes graduados, mas que não possuem grau em licenciatura que se encontram no exercício da docência na rede pública da educação básica. • Estar cadastrado na função docente no Educacenso;
• Possuir grau em bacharel;
• Ter a pré-inscrição validada pela secretaria de educação ou órgão equivalente a qual está vinculado

2) Na modalidade a distância são ofertados cursos de licenciatura e, para participar, a pré-inscrição deverá ser validada pela secretaria de educação ou órgão equivalente a qual está vinculado.


Dúvidas e esclarecimentos procurar Cristina Torres na UFMA Campus de Grajaú ou pelos telefones
Horário de atendimento: das 14 as 18hs

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Didática


Os professores diante do saber: esboço de uma problemática do saber docente.

Maurice Tardif,pesquisador e professor canadense com formação em Filosofia e Sociologia, apresenta um conjunto de saberes de que dispõe uma sociedade, o qual denomina como “saberes sociais”. Os diversos saberes e o saber dos professores entrelaçados com o fazer não se originam neles mesmos, e sim da influência de vários saberes provenientes da sociedade, da escola, das Instituições de Ensino Superior e dos outros atores educacionais.

Os professores sabem de certo alguma coisa, mas o que exatamente?

Quais os saberes necessários para ensinar?

Para aprender novos conceitos?

Para construir novas práticas? Qual é a função do professor na produção de saberes pedagógicos?

Como esses saberes são adquiridos pelos professores?

Qual o papel e o peso desses saberes em relação aos outros conhecimentos do professor?

O texto despertar para uma reflexão pertinente em relação aos saberes e a formação docente.
Após a leitura e discussão do texto, registre suas considerações

Referência:
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Questões para análise do filme Como Estrelas na Terra – Toda criança é especial

FILME: Como Estrelas na Terra – Toda criança é especial (no Brasil)
Taare Par Zaamen ( na Índia)
Lançado em 2007 sob a direção do ator Aamir Khan com duração de 165 Min.


1- Como era o papel família de Ishaan antes de descobrir se ele tinha dislexia? Será que a família já desconfiava ou foi uma surpresa quando descobriram?

2- O Professor é antes de tudo um ser humano com sentimentos e na sua atuação precisa ter sensibilidade para procurar entender as especificidades dos seus alunos. Como o Professor percebeu a dificuldade/necessidade de Ishaan?

3- Discorra sobre cada professor que passou pela vida escolar de Ishaan, antes do professor Ram que foi sensível a situação dele.

4- O filme aborda as diferentes formas de aprender se assemelhando as Inteligências Múltiplas de Howard Gardner . Cada um aprende de forma diferente, porque cada pessoa é diferentee com talentos diferentes. Qual o momento do filme que você considera mais latente o fato de que todos somos estrelas e que só precisa de um espaço para brilhar?


5- O Professor Ram usa a frase “Nessa corrida desesperada, alimentam cavalos de corrida, não crianças”. O que ele queria dizer com isso?

6- O filme destaca muitos aspectos importantes referentes ao processo ensino-aprendizagem. Aponte três que sejam mais significativos, na sua opinião.

7- Qual foi a cena do filme que mais tocou você? Justifique.

8- A história do filme nos leva a refletir sobre muitas questões desde a gestão escolar até a prática pedagógica do professor. Qual a lição que você, como futuro professor absorveu para sua vida Profissional e pessoal?




Profª Cristina Torres Ferreira

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Questões para análise do filme: O Triunfo




Para iniciar na docência, o profissional em educação tem que estar preparado, ou pelo menos, conhecer as inúmeras situações que cercam o universo da formação Professo, bem como os desafios do cotidiano na sala de aula e a prática docente.
O Filme Americano O Triunfo, lançado em 2006 sob a direção de Randa Haines com duração de120 minutos, relata os grandes desafios estruturais, sociais e até mesmo epistemológicos a relação entre teoria e prática do professor, deixa bem evidenciado no filme também a relação professor-aluno como fator determinante do ensino e da aprendizagem.

1- O professor deixou sua certeza de sucesso para buscar novas oportunidades. O que você faria na posição do Professor Ron Clark? Deixaria de ser o professor alfabetizador de uma escola para alçar novos desafios na arte de educar?

2- O Professor é antes de tudo um ser humano com sentimentos e na sua atuação precisa ter sensibilidade para procurar entender as especificidades dos seus alunos. Como o Professor percebeu a dificuldade/necessidade de seus alunos?

3- O filme aborda as diferentes formas de aprender se assemelhando as Inteligências Múltiplas de Howard Gardner . Cada um aprende de forma diferente, porque cada pessoa é diferentee com talentos diferentes. Qual o momento do filme que você considera mais latente o fato de que todos somos estrelas e que só precisa de um espaço para brilhar?


4- O filme destaca muitos aspectos importantes referentes ao processo ensino-aprendizagem. Aponte três que sejam mais significativos, em sua opinião.

5- Qual foi a cena do filme que mais tocou você? Justifique.

6- A história do filme nos leva a refletir sobre muitas questões desde a gestão escolar até a prática pedagógica do professor. Qual a lição que você, como futuro professor absorveu para sua vida Profissional?

7- O filme apresenta o diretor da escola como tradicional se assemelhando a teoria de HERBART, já o professor, está dentro das tendências progressistas apresentadas por LIBANEO. Como o professor conseguiu atingir as metas propostas pela gestão da escola sem se deixar influenciar pelo sistema educacional?

8- A família foi determinante na aprendizagem dos alunos, se assemelhando às idéias de Paulo Freire. O professor Ron Clark conseguiu transformar a realidade dos seus alunos bem como do contexto da escola? Ele contribuiu para a mudança estrutural da
sociedade?


Profª Cristina Torres




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sábado, 8 de setembro de 2012

MELHORES ESCOLAS PÚBLICAS DE 1º A 4º ANOS DO MARANHÃO


O MEC (Ministério da Educação) divulgou nesta terça-feira (14) os resultados do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) de 2011.

Veja as melhores escolas públicas do Maranhão, segundo os dados.

MELHORES ESCOLAS PÚBLICAS DE 1º A 4º ANOS DO MARANHÃO

fonte: portal UOL



MUNICÍPIO IDEB 2011

SAO JOSE DE RIBAMAR - EM LICEU RIBAMARENS REDE Municipal - 6

SAO LUIS - COLEGIO UNIVERSITARIO REDE Federal - 6,6

ZE DOCA - EM CLARICE HAICKEL REDE MunicipaL 6,6

ALTO ALEGRE DO MARANHAO UE DOM PEDRO II REDE Municipal 6,4

GRAJAU - EM NOVA ALIANCA REDE Municipal - 6,3

SAO LUIS UE MONTEZUMA REDE Estadual 6,2

SAO LUIS COLEGIO MILITAR 2 DE JULHO REDE Estadual 6,2

BURITI BRAVO UNIDADE ESCOLAR MENINO JESUS REDE Municipal 6,1

ALCANTARA ESC CAMINHO DAS ESTRELAS REDE Federal 6

BURITI BRAVO UNIDADE INTEGRADA MOACIR COELHO REDE Municipal 6

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A formação dos professores e a profissionalização: Necessidade ou coadjuvante no processo de ensino e aprendizagem?

*Cristina Torres Ferreira

Quando proferimos ou ouvimos a palavra formação temos na entonação uma tônica que referencia a afirmativa do sujeito enquanto em construção de idéias e fundamentos para um ofício, dar-nos grosso modo no sentido de formação de professores que os mesmos tenham uma totalidade de competência e habilidade no ofício de ensinar, de modo que as mazelas que pairam sobre a maioria dos professores é a sobrecarga de atribuições que as instituições de ensino exigem.

As práticas educativas sem a profissionalização ao longo dos anos fazem com que professores e governos sintam-se incomodados, o professor em buscar um conhecimento científico que fundamente suas práticas e o governo em reconhecer a importância do professor que não tem a fundamentação mínima, porém com um arsenal de experiência capaz de unido ao conhecimento acadêmico de promover a verdadeira revolução no ensino e consequentemente alavancando os índices reais de aprendizagem.Partindo deste princípio, as inquietações e preocupações com a profissão docente nos remete a pensar a formação acadêmica e a prática pedagógica docente nos alicerces da flexibilidade, pois assim poderá se apoderar dos conceitos científicos necessários e a promover a transformação em saber escolar.

É notório que o homem para viver em sociedade precisa estar em consonância com idéias de um determinado grupo socialcompartilhando ou aberto a participar de uma base cultural comum ao grupo, significa dizer que o educador deve estar no mundo compreendendo seu potencial enquanto formador e em constante formação pelo viés teórico que fundamenta as ações que regem o oficio da formação profissional.
Ato que se da a partir de afirmativas conceituais espontâneos ou pré-concebido, que crescentemente vão dando abertura para a apropriação aos conceitos científicos.

Além das inúmeras diferenças entre professores“formados” pelas vivências e práticas, os quais iniciam a docência na prática de “professor família” que defino como a prática de ensino em casa com as crianças da vizinhança em que se reúnem no quintal para brincarem de aula, daí brota o desejo de ser professor/a e com o passar do tempo transforma-se em alfabetizador, muitas vezes sendo até indicado pelos professores da rede de ensino aos pais dos alunos como opção para atividade de reforço no contraturno, esses formadores anônimos com a simplicidade na prática de ensinar incutem valores e contribuem com a educação.E esses conceitos no tocante aos professores, os permitem transformar-se em verdadeiros pesquisadores, pois, agregado à vasta experiência estão dando espaço para o conhecimento teórico, tornando-se capazes de facilitar a construção do conhecimento pelo alunado, Demo (2002, p. 75) diz que “para aprender é mister pesquisar, elaborar, argumentar, fundamentar, questionar, refazer com mão própria”. Essas são ferramentas fundamentais através das quais o professor conquista seu espaço no cenário educativo.
Diante de tudo isso, é possível entender que teoria e prática estão interligados no que concerne uma educação onde a escola é o ambiente de leiturização capaz de promover despertamento, interesse e conhecimento. TARDIF (2002,p.39) sustenta que “o professor é alguém que deve conhecer sua matéria, sua disciplina e seu programa, além de possuir certos conhecimentos relativos à ciências da educação e à pedagogia e desenvolver um saber prático baseado em sua experiência cotidiana com os alunos”

A prática e o processo de aperfeiçoamento/conhecimento teórico do educador

As exigências que endossam as constantes discussões a cerca da formação profissional do professor está explicitada na lei de diretrizes e Bases da Educação Nº 9.394/96, que são os critérios para a formação do educador.

Art.61. Consideram-se profissionais da educação escolar básica os que, nela estando em efetivo exercício e tendo sido formados em cursos reconhecidos. [...] Parágrafo único. A formação dos profissionais da educação, de modo a tender às especificidades do exercício de suas atividades, bem como os objetivos das diferentes etapas e modalidades da educação básica , terá como fundamentos:
I- A presença sólida de formação básica, que propicie o conhecimento dos fundamentos científicos e sociais de suas competências de trabalho;
II- A associação entre teoria e práticas, mediante estágios supervisionados e capacitação em serviço;
III- Aproveitamento da formação e experiências anteriores, em instituições de ensino e em outras atividades.



Tomando a base legal fica manifesto que a formação docente, por mais que seja reconhecido o valor da pratica pedagógica, requer a formação acadêmica, todavia, por si só também não se completa, e sim, agrega aos saberes práticos, formando um educador capaz de responder as exigências da profissionalização como também promoverno âmbito escolar ações fundamentadas.
Ensinar é criar, propor e construir possibilidades, não há docência sem embasamento teórico, ou seja, não pode ser um bom educador o que não tem propriedade e consistência na hora de incutir conhecimentos na sala de aula, como também, em qualquer atividade docente que se proponha, sem deixar de evidenciar que os educandos são os atores principais que devem ser o coração que move o educador enquanto parte que se juntando aos educandos formam um dos maiores armamentos de aprendizagem, como afirma FREIRE(2006, P. 22) “Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender” Uma união entre aprendizes com objetivos comuns ensinar e aprender, nesse contexto percebe-se que por amor que seja a titulação do educador, sua “formação” é inacabada, visto que dinâmica de construção e produção do conhecimento é infinita e é levado a buscar cada dia, subsídios que o fará unir teoria e prática numa “arte” que chamado de metodologia resumindo-se em êxito no oficio de educar. . As principais pesquisas em Educação do mundo mostram que um bom professor é capaz fazer qualquer aluno aprender e ainda é capaz de potencializar seus estudantes. O professor é o principal responsável pelo sucesso da aprendizagem e sua atuação em sala é determinante para o desempenho dos alunos.A Secretária de Educação Básica do Ministério da Educação Maria do Pilar reforça dizendo que: "Não existe educação de qualidade sem o bom professor. O professor é o profissional mais estratégico para uma boa aprendizagem, é a peça chave e por isso precisa estar apto para transmitir o conteúdo de forma adequada”, essa forma adequada se resume ao conhecimento teórico e prático.

O saber pedagógico sendo o saber construído no cotidiano, possibilitando a interação do professor com todos os sujeitos envolvidos no processo de ensino e aprendizagem, bem como, todo o universo da escola. Tardif (2002), por sua vez, amplia ainda mais nosso olhar, quando nos anuncia as diferentes possibilidades também presentes na composição do arcabouço teórico da formação dos professores que, sabidamente, se constitui de saberes construídos ao longo da história pessoal e profissional dos docentes práticos e de profissão, saberes esses oriundos de diferentes fontes e modos de integração.
Para FREIRE (1996, p.96).

“o bom professor é o que consegue, enquanto fala, trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Sua aula é assim um desafio e não uma “cantiga de ninar”. Seus alunos não dormem. Cansam porque acompanham as idas e vindas de seu pensamento, surpreendem suas pausas, suas dívidas, suas incertezas”
Vale ressaltar também Pimenta, (2002,p. 30 ), “o trabalho do professor é um trabalho inteiro, pois o ato de ensinar, mesmo sendo composto por atividades diversas e podendo ser decomposta metodologicamente, só pode ser desenvolvido em sua totalidade”. Portanto, não é novo o ideário que envolve o conhecimento e a aplicabilidade deste no âmbito escolar, pois tanto o professor quanto o aluno se ensinam constantemente.
Referências
ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa, Formação e PráticaDocente. In:ANDRÉ, M. (Org.). O Papel da Pesquisa na Formação e na prática dos professores. 2 ed. Campinas: Papirus, 2002.

BRASIL, LDB. Lei 9394/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em. Acesso em: 20 de julho de 2012.

DEMO, Pedro. Complexidade e Aprendizagem - a dinâmica não linear do conhecimento. São Paulo; Atlas, 2002.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática
educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

______________, Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 34. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.

NÓVOA, Antonio (Org). Vidas de professores. 2. ed.Porto: Porto, 1995.

PIMENTA, Selma Garrido (Org.). Didática e Formação de Professores: percursos e perspectivas no Brasil e em Portugal. São Paulo: Cortez, 2002.

TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
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* Professora Substituta na UFMA e Coordenadora Local do Programa PROFEBPAR Grajaú-MA